HO HO HO 🧑🎄 Natal passou e vamos para mais um resumo semanal.
A semana 52 de 2025 (22 a 28 de dezembro) encerrou o ano com mercados em modo de consolidação, com liquidez reduzida pela proximidade do Ano-Novo e feriados de fim de ano. O dólar manteve pressão no Brasil, refletindo remessas de lucros ao exterior. O Ibovespa oscilou próximo a máximas históricas. Ouro bateu novos recordes. Bitcoin abaixo de 90 mil dólares. Perspectiva de 2026 marcada por ciclo de cortes de juros globais e vigilância fiscal doméstica.
Fed cortou juros em 0,25 p.p. na semana anterior (3,50% a 3,75% ao ano)
Sinaliza pausa no ciclo de cortes de juros
Atividade econômica segue em ritmo moderado
Inflação permanece acima da meta
Bolsas em movimento lateral, aguardando dados de emprego para 2026
Dólar segue pressionado globalmente, mas com recuperação em relação a emergentes
BCE mantém taxas de juros estáveis
Christiane Lagarde sinalizou possível revisão para cima de crescimento
Economia do bloco mantém resiliência diante de incertezas comerciais
Inflação oscila em torno da meta de 2%
Sem sinais claros sobre próximos passos da política monetária
Dependência de dados de inflação e atividade econômica para novos ajustes
Mercados da Ásia-Pacífico com resultados mistos
Diversas bolsas fechadas por feriado de Boxing Day
Japão com atividade reduzida
China mantém atenção a estímulos fiscais adicionais
Minério de ferro na Bolsa de Dalian fecha em alta moderada
Demanda global continua como fator limitante de upside
Atingiu novo recorde histórico: US$ 4.505-4.530 por onça
Valorização acumulada em 2025: acima de 70%
Impulsionado por intensificação de tensões geopolíticas
Apoiado por fraqueza do dólar
Demanda por proteção contra instabilidade global sustenta preços
Prata também em máximas históricas: acima de US$ 75 por onça
Crescimento de 150% em relação ao mesmo período de 2024
Preço oscilando em torno de US$ 58-60 o barril
Brent negociado em torno de US$ 62 o barril
Preço 11% inferior ao registado há um ano
Impactado por bloqueio parcial dos EUA a remessas de petróleo da Venezuela
Oferta confortável limita movimentos de alta
Demanda global mais fraca contém valorização
Mercado em recesso de fim de ano com reduzida atividade
Cenário eleitoral para 2026 começa a ganhar peso
Debate fiscal mantém atenção de investidores
Votação do Orçamento 2026 impactou sentimento
Remessas de lucros ao exterior pressionam câmbio
Fluxo de empresas e fundos para exterior intenso em fim de ano
Selic 2025: Mantida em 15% ao ano
Selic 2026: Cortes esperados a partir de janeiro (ritmo ainda incerto)
IPCA 2025: Mercado reduz projeção para 4,33% (bem abaixo do teto de 4,50%)
Probabilidade de cumprimento: Inflação sob controle consolidado
Focus reduz expectativa inflacionária com maior convicção
Dados de inflação continuam a indicar convergência para meta
Oscilou próximo a máximas históricas
Recuo moderado na semana de -0,21% a 158.141 pontos
Ganhos na Vale e Petrobras limitaram perdas gerais
Volume financeiro reduzido: R$ 24,53 bilhões
Mercado dividido entre otimismo doméstico e cautela fiscal
Fluxo estrangeiro presente, mas com volume menor por liquidez reduzida
Indicadores imobiliários mais fracos aliviam expectativas inflacionárias
Dólar oscilou entre R$ 5,52-5,58 na semana
Alta acumulada na semana: acima de 2%
Movimento reflete remessas de lucros (juros e dividendos) ao exterior
Banco Central realizou leilões de linha (US$ 2 bilhões) para atender demanda
Interventções do BC ajudaram a reduzir tensões cambiais
Projeção Focus: Dólar em torno de R$ 5,40 permanece no radar
Volatilidade deve persistir até fechamento de 2025
Fluxo de capital ainda positivo, porém seletivo
Bitcoin oscilou entre 85 mil e 90 mil dólares durante a semana
Queda forte no post-Natal com risco-off geral
Ethereum acompanhou queda, mas com menor intensidade
Altcoins sofreram mais pressão pela redução de apetite por risco
Volatilidade amplificada pela reduzida liquidez de fim de ano
Sentimento de mercado enfraquecido após pressão de realização de lucros
Bitcoin tentando se firmar acima de 88 mil dólares
Ethereum pressionado, cotado em torno de 2.920-2.945 dólares
ETFs mostraram fluxos negativos na semana
Investidores institucionais reduzem posições antes do ano-novo
Cardano e outras altcoins com queda de 2-3% na semana
Suportes técnicos em 85-86 mil dólares para Bitcoin
Rompimento de 90 mil dólares abriria espaço para 92-95 mil dólares
Rejeição nesse nível manteria pressão vendedora até 2026
Volume reduzido pode amplificar oscilações no fim de ano
Expectativa de retomada de fluxos em janeiro com menor liquidez
Ethereum depende de recuperação do Bitcoin para consolidar altas
Dominância do Bitcoin segue como indicador-chave do mercado cripto
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Liquidez extremamente reduzida entre Natal e Ano-Novo
Apenas dados econômicos relevantes podem gerar volatilidade
Mercados globais em modo consolidação e reposicionamento
Expectativa de encerramento de 2025 com volatilidade moderada
2026 abre com perspectiva de ciclo de cortes de juros, mas com vigilância
Monitoramento de últimos dados de inflação de 2025
Mercado reflete expectativa de cortes da Selic a partir de janeiro
Notícias fiscais continuam importante para direção do câmbio
Ibovespa próximo a máximas históricas, mas sensível a ruídos políticos
Dólar esperado na faixa de R$ 5,40-5,50 até fechamento de 2025
2026 inicia com debate maior sobre sustentabilidade fiscal
Bitcoin buscando consolidação acima de 88-90 mil dólares
Ethereum dependente de recuperação do BTC para avançar
Volumes baixíssimos podem amplificar movimentos técnicos
Expectativa de retomada gradual de liquidez em janeiro de 2026
Gestão de risco recomendada diante de volatilidade de fim de ano
Longo prazo permanece com viés construtivo para os maiores ativos cripto
A semana 52 de 2025 consolidou o encerramento do ano, com mercados em modo de consolidação e realização de lucros, típico da liquidez reduzida de fim de ano. No Brasil, inflação sob controle e expectativa de cortes em 2026 mantêm suporte aos ativos locais, embora pressões fiscais exijam vigilância. Ouro bate recordes históricos sinalizando demanda por proteção; dólar permanece pressionado por remessas. Criptoativos sofrem com redução de apetite ao risco, mas com suporte técnico importante. O encerramento de 2025 marca fim de ciclo de alta com perspectiva de 2026 sob novo paradigma de juros mais baixos, mas com atenção a surpresas políticas, geopolíticas e fiscais. Vigilância recomendada conforme mercados retomam atividade em janeiro.