Feliz Ano Novo e vamos para mais um resumo semanal, que começou bastante quente, igual a temperatura no Rio de Janeiro 🥵
A semana 02 de 2026 marcou o fortalecimento da recuperação de mercados pósferiado, com dados econômicos importantes impulsionando decisões de investimento. Ibovespa retomou força com IPCA controlado e aprovação do acordo Mercosul - UE. Dólar enfraqueceu com fluxo de capital atrativo. Ouro atingiu nova máxima histórica acima de US$ 4.460 por onça após tensões geopolíticas. Bitcoin oscilou em consolidação. Perspectiva positiva para 2026 com vigilância em agenda do Fed e políticas de Trump.
Fed mantém sinais de pausa no ciclo de cortes de juros em 2026
Previsão oficial: apenas 1 corte em 2026 (ao contrário de 2 esperados anteriormente)
Dados de emprego mostram moderação (Jobless Claims em níveis moderados)
Payroll (folha de pagamento) com números dentro do esperado
Mercado de trabalho perde força conforme Fed indicara nas últimas atas
Trump sinalizou anúncio de sucessor de Powell no início de 2026
Candidatos favoritos: Kevin Hassett (assessor econômico principal)
Outros cotados: Michelle Bowman, Christopher Waller, Kevin Warsh, Rick Rieder
Trump pressiona por juros mais baixos
Bolsas em movimento lateral pendente de mais clareza
Setor de tecnologia mantém ganhos após forte semana anterior
Previsão de crescimento 2026: 2,3%
Inflação esperada: 2,4% até fim de 2026
Índice STOXX 600 aproximandose dos 600 pontos (nível simbólico)
Quarta semana consecutiva de ganhos
BCE mantém taxas estáveis
Christiane Lagarde revisa crescimento para cima
Inflação oscilando perto da meta de 2%
Aprovação do acordo MercosulUE em votação histórica
Assinatura confirmada para 17 de janeiro em Assunção (Paraguai)
FTSE 100 (Londres) estável
DAX (Frankfurt) em máximas
CAC 40 (Paris) com ganhos graduais
Investidores buscam maiores oportunidades fora da zona do euro
Mercados continuam com resultados mistos
Japão retorna com volume reduzido
China mantém foco em estímulos fiscais
Minério de ferro com alta moderada na Bolsa de Dalian
Demanda global continua como fator limitante
Ativos de risco asiáticos seguem movimentos de Wall Street
Atingiu nova máxima histórica: US$ 4.460,05 por onça em 5 de janeiro
Ouro nos contratos futuros subiu 2,86% após tensões na Venezuela
Razão: ataque dos EUA à Venezuela e preocupações geopolíticas
Preço consolidou entre US$ 4.3504.460 durante a semana
Demanda por proteção em ambiente de incerteza geopolítica cresceu
Bancos centrais continuam com compras líquidas
ETFs mostrando entradas contínuas
Analistas projetam patamar de US$ 4.800 para 2026
Consenso Bloomberg: US$ 4.403 por onça até fim de 2026
Rebalanceamento do Índice Bloomberg Commodity (9 a 15 jan) pode gerar volatilidade pontual
Juros reais baixos continuam apoiando demanda
Incerteza geopolítica (Venezuela, Oriente Médio) mantém apetite por proteção
WTI mantémse em torno de US$ 57 por barril
Brent negociado em torno de US$ 60 por barril
Preços estáveis apesar de tensões na Venezuela
Mercado interpreta crise venezuelana como risco geopolítico, não energético
Oferta confortável limita movimentos de alta
OPEP+ aguarda decisões sobre cortes adicionais
Demanda global enfraquecida sustenta pressão baixista
Consumo pósfestas ainda reduzido
Aprovação do acordo Mercosul - UE gerou euforia nos mercados
Assinatura marcada para 17 de janeiro em Assunção
Fluxo cambial positivo em primeiro semestre
Diferencial de juros Brasil vs. EUA continua atraindo capital
Debate fiscal mantém vigilância de investidores
Cenário eleitoral para 2026 ganha destaque gradualmente
Liquidez retornando ao normal pósfestas
Volume financeiro superior a R$ 20 bilhões diários
IPCA 2025: Confirmado em 4,76% (mantémse abaixo do teto de 4,50% meta cumprida)
IPCA dezembro 2025: Conhecido durante semana, com impacto positivo
Projeção IPCA 2026: Focus subiu para 4,06% (de 4,05% na semana anterior)
Selic 2026: Cortes esperados a partir de reunião de 29 de janeiro
Ritmo esperado: Redução moderada inicialmente, reforçada se dados continuarem sob controle
Cenário base: 0,50% a 0,75% de corte em janeiro e fevereiro
Expectativa de início gradual do ciclo de alívio monetário
Mercado confiante em trajetória de cortes ao longo de 2026
Ibovespa acumulou alta de 1,76% durante a semana
Fechamento em 163.370,49 pontos (sextafeira 9 de janeiro)
Acumulado de janeiro: +1,39%
Acumulado no ano: +1,39%
Vale (VALE3) subiu 0,58% na semana
Petrobras (PETR4) recuou 0,36% mas reagiu positivamente ao fim da semana
Itaú (ITUB4) ganhou 0,42% com expectativa de cortes
Bradesco (BBDC4) avançou 0,55% em linha com movimento de bancos
Volume financeiro crescente: superando R$ 20 bilhões diários
Fluxo estrangeiro em entrada líquida
Próximo a máximas históricas alcançadas em 2025
Mercado aguarda reunião de Copom de 29 de janeiro
Dólar encerrou semana em queda de 1,06%
Cotação final: R$ 5,3652 (venda)
Acumulado em janeiro: 2,25%
Acumulado no ano: 2,25%
Real como moeda com melhor desempenho em semana
Aprovação do MercosulUE impulsionou entrada de capital
Carry trade continua atrativo com Selic em 15%
Diferenciais de juros (Brasil 15% vs. EUA 3,5%) mantêm fluxo positivo
Exportadores reduzem remessas de lucros com real mais fraco
Importadores aceleram pagamentos aproveitando oportunidade
Projeção Focus: Dólar em torno de R$ 5,305,35 até fim de janeiro
Expectativa de maior estabilidade conforme volta à normalidade
Bitcoin oscilou entre 88 mil e 94 mil dólares durante a semana
Queda de US$ 94 mil para US$ 91 mil no início da semana
Recuperação gradual em direção a US$ 9293 mil no final
Bitcoin acumula alta de 3% até agora em 2026
Ethereum com performance mista, queda de 3,5% durante a semana
Ethereum oscilou entre US$ 3.050 e US$ 3.150
Altcoins com queda generalizada de 24%
Liquidez crescente amplificou oscilações
Sentimento geral neutro a levemente positivo
Bitcoin testou e rejeitou resistência de US$ 94 mil
Bitcoin abaixo de EMA50 (média móvel exponencial de 50 sessões)
EMA50 perto de US$ 93 mil indicando pressão de curto prazo
Ethereum em zona de tensão técnica
ETH acumula queda de 3,6% em 30 dias
Realização de lucros agressiva em torno de US$ 95 mil
Investidores reduzem posições preventivamente
Suportes técnicos importantes: US$ 8887 mil para BTC
Expiração de opções BTC e ETH no valor de US$ 2,2 bilhões em janeiro
Bitcoin "max pain" estava em US$ 88.000 início da semana
Ethereum com 73,7% de volume em opções de compra
Posicionamento de opções normalizando após início de ano
Prêmios de venda diminuindo (redução de hedge)
Interesse por opções de compra aumentando
Volume concentrado em vencimentos de março e junho
Influxos de ETFs entre os maiores desde outubro 2025
Rompimento consistente acima de US$ 94 mil abriria espaço para US$ 96100 mil
Rejeição nesse nível manteria pressão até US$ 8887 mil
Ethereum dependente de confirmação acima de US$ 3.200 para acelerar
Volume ainda reduzido comparado a médias históricas
Maior liquidez esperada em segunda metade de janeiro
Dominância do Bitcoin em torno de 5455%
Longo prazo com viés construtivo para maiores ativos
Bitcoin ainda 28% abaixo de máxima histórica de US$ 126 mil
Anúncio esperado de sucessor de Jerome Powell no Fed
Impacto significativo em mercados globais dependendo do nome
PMI de serviços da zona do euro e EUA
Índice de sentimento econômico europeu
Dados adicionais de atividade econômica
Possível volatilidade elevada com anúncio do Fed
Reunião do Copom do Banco Central no final da semana (29 de janeiro)
Mercado aguarda indicações sobre cortes de juros
Cenário base: manutenção da Selic, com sinalização de cortes futuros
Possível comunicado hawkish sobre inflação 2026
Assinatura do MercosulUE em 17 de janeiro (Assunção)
Repercussão positiva esperada para ativos brasileiros
Ibovespa próximo a máximas, sensível a ruídos fiscais
Dólar esperado na faixa de R$ 5,305,45
Volume financeiro esperado manterse crescente
Bitcoin testando consolidação acima de US$ 90 mil
Expiração de opções pode gerar volatilidade
Ethereum buscando confirmação de força técnica
Ethereum dependente de rompimento acima de US$ 3.250
Expectativa de maior volume em retorno progressivo aos negócios
Gestão de risco recomendada até resolução técnica
Longo prazo permanece com viés construtivo
Atenção a anúncio do Fed que pode impactar apetite por risco
A semana 02 de 2026 consolidou recuperação moderada dos mercados com entrada de capital reforçada pela aprovação do acordo Mercosul-UE. No Brasil, inflação confirmada sob controle e expectativa credível de cortes em Copom de 29 de janeiro sustentam otimismo com ativos locais. Real valorizado reflete fluxo positivo e diferencial de juros atrativo. Ouro em nova máxima histórica confirma demanda por proteção em ambiente de incerteza geopolítica (Venezuela). Criptoativos consolidam recuperação mas permanecem em zona técnica importante. Próxima semana crucial com anúncio de sucessor de Powell no Fed e primeira reunião de Copom de 2026, eventos que podem amplificar volatilidade. Expectativa geral: maior estabilidade macroeconômica em 2026 versus 2025, mas vigilância necessária sobre dados de atividade, política externa e negócios comerciais.