Vamos para mais um resumo semanal!
A semana 05 de 2026 foi marcada por forte volatilidade e realização de lucros generalizados nos mercados globais. Ouro e prata sofreram maior sell-off desde 1983, com recuo histórico. Ibovespa finalizou semana com leve queda após ganhos anteriores, com atenção em cenário eleitoral 2026. Bitcoin e Ethereum apresentaram quedas significativas após forte janeiro. Federal Reserve anuncia Kevin Warsh como sucessor de Powell. Copom mantém Selic em 15% com sinalização de cortes em março. Perspectiva: volatilidade moderada com foco em dados econômicos globais.
• Fed nomeia Kevin Warsh como sucessor de Jerome Powell
• Warsh assumirá provavelmente em junho de 2026
• Mandato de Powell encerra em maio de 2026
• Mercado reage positivamente à indicação (menos dovish que expectativas)
• S&P 500: +1,2% em janeiro, recuo de 0,4% na sexta-feira (31 jan)
• Dow Jones: +1,6% em janeiro, recuo de 0,4% na sexta-feira
• Nasdaq: +1,1% em janeiro, recuo de 1,3% na sexta-feira
• Rendimentos dos Treasuries sobem com perspectiva de Kevin Warsh
• Earnings em foco com balanços de grandes corporações
• Mercado de trabalho continua moderado
• Previsão de crescimento 2026: 2,3%
• Inflação esperada: 2,4% até fim de 2026
• STOXX 600: Fechou janeiro com +3% (sétima alta mensal consecutiva)
• Índice atinge 611,00 pontos na última semana de janeiro
• BCE mantém taxas estáveis, foco em dados globais
• PMI Manufatura Zona do Euro: 49,5 em janeiro (acima de 48,8 em dezembro)
• Produção volta a crescer, melhoria em novos pedidos
• Pressões de custos aceleram (nível mais alto em 3 anos)
• Confiança empresarial se fortalece (máxima desde fevereiro 2022)
• FTSE 100 (Londres): +0,51% na semana
• DAX (Frankfurt): +0,94% na semana
• CAC 40 (Paris): +0,68% na semana
• IBEX 35 (Madri): +1,66% na semana (setor financeiro lidera)
• Bancos europeus com performance forte
• Balanços corporativos impulsionando mercado
• PMI Industrial China: 49,3 em janeiro (contração)
• Desaceleração na demanda interna pressiona produção
• Mercados asiáticos seguem movimento de Wall Street
• Japão com volatilidade moderada
• Demanda global continua limitando upside
• Queda histórica: -9,3% na sexta-feira (31 de janeiro)
• Maior queda diária desde 1983
• Retrocesso de ~12% desde fechamento de quinta-feira
• Preço caiu para US$ 5.010 por onça (de máxima de US$ 5.700+)
• Consolidação após atingir máxima histórica acima de US$ 5 mil
• Realização de lucros agressiva após valorização de +65% em 2025
• Redução temporária da demanda por refúgios seguros
• Perspectiva: consolidação entre US$ 4.800-5.200
• Bancos centrais mantêm compras apesar da volatilidade
• ETFs sofrem saídas líquidas durante semana
• Brent: Recuo de até 7,4% durante semana
• Brent negociado em torno de US$ 63-65 por barril
• WTI: Recuo similar, negociado em torno de US$ 59-61 por barril
• Realização de lucros após ganhos anteriores
• Oferta confortável limita movimentos de alta
• Trump sinalizações sobre forças militares no Oriente Médio geram incerteza
• OPEC+ aguarda próximas decisões sobre política de produção
• Volatilidade política: Incertezas sobre cenário eleitoral 2026 aumentam
• Fluxo cambial positivo mantido mas com volume moderado
• Diferencial de juros Brasil vs. EUA continua atrativo (15% vs. 3,5%)
• Copom mantém Selic em 15%, nível mais alto em quase 20 anos
• Investigações no sistema financeiro geram ajustes de preços
• Liquidez crescente consolidada pós-feriado
• Volume financeiro em torno de R$ 20-25 bilhões diários
• Selic 2026: Mantida em 15% ao ano (decisão unânime do Copom)
• Comunicado Copom: Sinaliza início de ciclo de cortes em março se inflação continuar sob controle
• IPCA 2025: Confirmado em 4,76% (meta cumprida abaixo do teto de 4,50%)
• Projeção IPCA 2026: Reduzida para 4,0% (de 4,05% na semana anterior)
• Dólar Focus: Projetado em R$ 5,50 até fim de 2026 (projeção estável)
• Mercado confiante em trajetória de cortes gradual a partir de março
• Cenário base: redução de 0,50% a 0,75% em cada reunião
• Ibovespa encerrou semana em queda de -0,97%
• Fechamento sexta (31 janeiro): 181.364 pontos
• Acumulado de janeiro: +1,40% (apesar do recuo final)
• Acumulado no ano: +1,40%
• Novo recorde histórico atingido (165+ mil pontos) mas realização de lucros dominou
• Vale (VALE3) com volatilidade moderada
• Petrobras (PETR4) reagiu durante semana
• Bancos (Itaú, Bradesco) sustentando posições
• Fluxo estrangeiro em entrada mas com volume menor
• Seletividade forte: Cogna subiu 6%+, C&A caiu 3%+
• Volume financeiro: R$ 44,4 bilhões (acima da média)
• Dólar encerrou semana: R$ 5,2476 (sexta-feira, 31 jan)
• Acumulado da semana: +1,03%
• Acumulado de janeiro: -0,60%
• Acumulado no ano: -0,60%
• Real como moeda com melhor desempenho no início de fevereiro
• Carry trade continua atrativo com Selic em 15%
• Pressão inicial do dólar global (Trump efeito Kevin Warsh) impactou Real
• Realização de lucros em emergentes limitada
• Projeção: Dólar em torno de R$ 5,25-5,40 próxima semana
• Boletim Focus aguardado segunda-feira (2 de fevereiro)
• Orçamento 2026 aprovado com meta de superávit primário
• Banda de flutuação cambial sofre ajustes mensais
• BC anuncia reconstrução gradual de reservas estrangeiras
• Governo Milei continua com reformas estruturais e desregulamentação
• Argentina abre mais de 160 mercados para setor agropecuário em 2025
• Oportunidades de expansão comercial reforçam otimismo
• Inflação dezembro 2025: 2,8% mensalmente (redução vs. 2,5% em novembro)
• Inflação anual 2025: 31,5% (menor desde 2017)
• Expectativa 2026: Estabilização gradual em torno de 3% ao mês
• Pressão em Transporte e Habitação/Energia
• Desaceleração esperada com continuação de reformas
• Merval: 3.204.516 pontos (30 de janeiro)
• Máxima histórica: 3.195.427,80 pontos (dezembro 2025)
• Acumulado de janeiro: Recuo de ~0,21%
• Acumulado em últimas 4 semanas: -6,19% (volatilidade política)
• Acumulado em 12 meses: +12,31%
• Ações reagindo a reformas estruturais
• Volatilidade moderada com otimismo de longo prazo
• Setor agropecuário em destaque com novas aberturas comerciais
• Bitcoin: Queda de ~6,5% na semana, encerrando janeiro próximo a US$ 84.000
• Ethereum: Queda de ~12% em sete dias, oscilando entre US$ 2.850-3.100
• Janeiro de 2026: Pior mês para Bitcoin desde janeiro de 2022
• Bitcoin acumula queda de 6% em janeiro
• Realização de lucros agressiva após janeiro aquecido
• Altcoins com queda generalizada de 2-5%
• Liquidez crescente mas volatilidade apresente
• Bitcoin: Testando suporte de US$ 84-82 mil
• Bitcoin: Resistência importante em US$ 90 mil (EMA50 próxima)
• Ethereum: Consolidando em zona de US$ 2.933-3.100
• Ethereum: Suportes críticos em US$ 2.840 e US$ 3.000
• Ethereum: Regiões de liquidez em US$ 3.440 e US$ 3.640
• Realização de lucros dominando após não romper US$ 100 mil em janeiro
• Volume reduzido típico de virada de mês
• Indicadores on-chain sugerem estabilização, não venda agressiva
• Expiração de opções com valor de US$ 2+ bilhões durante semana
• Posicionamento normalizando pós-janeiro
• Saídas de ETFs de BTC em janeiro: US$ 278 milhões (menor pressão)
• Fluxos esperados se tornarem positivos em fevereiro
• Prêmios de venda reduzindo (menor hedge)
• Interesse por opções de compra aumentando
• Volume concentrado em vencimentos de março e junho
• Mentalidade de médio-longo prazo entre institucionais
• Fevereiro é historicamente positivo para Bitcoin (retorno médio 14,3%)
• Se padrão se repetir: Bitcoin pode alcançar ~US$ 101 mil em fevereiro
• Rompimento acima de US$ 90 mil abriria espaço para US$ 95-100 mil
• Rejeição manteria pressão até US$ 80 mil
• Volume ainda abaixo de médias históricas
• Gestão de risco mantida até confirmação técnica
• Longo prazo com viés construtivo apesar de janeiro fraco
• Bitcoin 33% abaixo de máxima histórica de US$ 126 mil
• PMI de Serviços da zona do euro e EUA em foco
• Continuação de earnings de empresas norte-americanas
• Boletim Focus do Banco Central (segunda-feira)
• Possível volatilidade elevada com confirmação de políticas
• Dados de atividade econômica global importantes
• Boletim Focus segunda-feira (2 de fevereiro)
• Projeções de inflação, dólar e Selic para 2026 em foco
• Retomada dos trabalhos no Congresso Nacional
• PMI de Serviços Brasil aguardado
• Próxima reunião do Copom (18 de março) - ciclo de cortes esperado iniciar
• Ibovespa sensível a ruídos fiscais e políticos
• Dólar esperado: R$ 5,25-5,40 (volatilidade moderada)
• Volume financeiro: Crescimento esperado com retorno à normalidade
• Bitcoin: Buscando consolidação acima de US$ 84 mil
• Bitcoin precisa de rompimento acima de US$ 90 mil para acelerar
• Ethereum: Dependente de confirmação acima de US$ 3.200
• Fevereiro com potencial histórico positivo (média +14,3%)
• Expiração de opções pode gerar volatilidade
• Fluxos de ETFs esperados se tornarem mais positivos
• Fed news (Kevin Warsh) como possível catalisador
• Gestão de risco recomendada até resolução técnica clara
A semana 05 de 2026 trouxe correção significativa nos mercados globais com realização de lucros em commodities (ouro e prata) e criptoativos. No Brasil, Ibovespa reverteu ganhos anteriores com volatilidade política intensificada, mas Copom mantém Selic em 15% com sinalização clara de cortes em março. Real valorizado reflete fluxo positivo e carry trade atrativo apesar das incertezas. Ouro sofreu maior queda diária desde 1983, consolidando ganhos de 2025. Fed anuncia Kevin Warsh como sucessor de Powell, sinalizando continuidade cautelosa na política monetária. Criptoativos finalizaram janeiro em queda mas indicadores sugerem estabilização em fevereiro, com potencial histórico positivo. Próxima semana crucial com Boletim Focus e continuação de earnings corporativos. Expectativa geral: consolidação de ganhos com vigilância em política, geopolitics e dados econômicos globais.